Alimentação e Fibromialgia

Mudanças na alimentação e hábitos de vida podem ajudar?

Abaixo você confere alimentos que poderão contribuir com a diminuição dos sintomas:

  • O triptofano é uma substância que produz serotonina. Esta, por sua vez, regula a dor, o sono e o humor. Fontes: ovo, carne, iogurte, chocolate, leite, banana e queijo, entre outros;
  • O magnésio é responsável pelo relaxamento dos músculos. Ele participa da formação das proteínas, da contração muscular e da excitação dos nervos. É encontrado em: cereais integrais, folhas verde-escuras, nozes, damasco seco, carne, leite e soja, por exemplo;
  • O cálcio também é importante para a contração dos músculos. Se a pessoa possuir níveis baixos desta substância, poderá ter câimbras. Fontes: leite e todos os seus derivados, couve, brócolis, flocos de cereais (prefira os que não contêm açúcar), gergelim, amêndoas, castanhas brasileiras e farinha de soja;
  • A vitamina E também é parte fundamental para prevenção de câimbras. Ela é encontrada em: nozes, carnes, amendoim, gema de ovo e gérmen de trigo;
  • O manganês, entre outras funções, é responsável pela produção de energia para o organismo. Fontes: cereais integrais, avelã e grãos de soja.
Alimentação e Fibromialgia

Seguem algumas sugestões para a pessoa em tratamento da fibromialgia

  • reduza o estresse diário. Se for necessário, peça ao seu médico indicações de tratamentos (que serão citados mais abaixo);
  • durma o tempo que for suficiente para estar descansado no dia seguinte. Tenha oito horas ou mais de sono por noite, em um ambiente escuro e tranquilo. Não consuma substâncias estimulantes à noite, nem energéticos. Dependendo da situação, pode ser saudável tirar um cochilo durante o dia, mas o ideal é ter um sono completo e restaurador no período noturno;
  • faça exercícios físicos regularmente, eles são sua verdadeira arma contra a fibromialgia. No início pode ser que pareça desconfortável e a dor talvez aumente um pouco, porém ser inativo é o que provoca mais sintomas desagradáveis. O ideal é fazer caminhadas de 30 a 45 minutos por dia, cinco vezes na semana, ou modalidades esportivas aquáticas, como hidroginástica, nos casos onde há artrose ou problemas com atividades de impacto. Os exercícios físicos não estão contraindicados mesmo nas piores crises de dor, já que os medicamentos auxiliarão o paciente a suportá-la;
  • mantenha um ritmo de vida constante. Não deixe que os sintomas da doença mudem sua rotina, muito menos suas atividades diárias.
  • pratique fisioterapia, se o médico indicar. Esta terapia visa corrigir problemas posturais, além de promover a realização de exercícios acompanhados por um profissional de saúde;
  • também, se forem indicadas, podem ser feitas massagens ou outras técnicas de relaxamento. Elas visam diminuir as crises dolorosas, especialmente quando são derivadas de tensões musculares. Além disso, podem reduzir o estresse causado pelo trabalho e outros problemas psicológicos. É importante frisar que tanto a fisioterapia quanto a massagem e as técnicas de relaxamento são tratamentos complementares e não constituem medidas de longo prazo;
  • pratique musicoterapia. A técnica de ouvir música com frequência reduz dor e depressão nos portadores de fibromialgia após quatro semanas. É uma atitude de baixo custo, fácil implementação e podem ser ouvidas músicas com vozes, apenas instrumentos ou até ruídos. O que vale é o recurso sonoro;
  • a ioga também atua de forma benéfica nos pacientes. Ela promove redução dos sintomas, tanto físicos quanto psicológicos, além de equilibrar os níveis de cortisol, hormônio que está em alta quando há situações de estresse. O ideal é praticar ioga por 75 minutos, duas vezes na semana, por pelo menos oito semanas;
  • escreva um diário da dor. Coloque nele as situações que mais causam dor, os locais onde o sintoma acontece, etc. Desta forma, fica muito mais fácil para o médico e o paciente entenderem como ocorrem as crises de fibromialgia, facilitando o controle da doença;
  • esteja atento ao que causa dor. Observe quando ela aumenta e cuide para que não ocorram lesões que possam prejudicar o andamento do tratamento. Trabalhe sempre a ergonomia, em casa ou no trabalho, e relate ao médico qualquer dor diferente da habitual;
  • reconheça seus limites. Durante a prática de exercícios físicos, não tente se esforçar mais do que o normal, mesmo nos períodos onde não há dor. O exagero poderá comprometer o tratamento e agravar a doença.

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